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Morfindes a Illidari

Morfindes a Illidari

Os meus Mages

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 Hoje, um pouco mais tarde do que o habitual, é o dia dos meus Mages.

 

Depois de ter apagado o meu primeiro rogue, eu achei que a minha onda era mesmo era a classe dos Mages porque, idealmente, batiam à distância. Então, com isto na cabeça, criei a Grenadine. O que eu não sabia na altura era que esta classe tinha uma tendência para se finar ainda maior que a classe dos rogues. Acreditem, há 11 anos atrás não era fácil ser mage e não era fácil fazer quests sozinha... em boa verdade, era um autêntico pesadêlo.

 

Cada vez que me lembro do tormento que era fazer quests em Redridge Mountains até me dá arrepios. Principalmente aquela maldita torre onde os orcs eram todos elite. Era quase impossível fazer aquelas quests sem ser num grupo de 5 (com um healer), ou sem ser num pequeno grupo com uma personagem de nível 70. E mesmo assim, quando finalmente consegui completar as quests, consegui sobreviver á torre só para morrer logo a seguir porque caí pela ribanceira abaixo. Yep... a vida de um gnomo mage era bastante dificil naqueles dias. Principalmente com uma especialização em Fire, que não tinha shields não tinha nada e demorou um bom bocado até descobrir que não era uma má ideia sacrificar algum poder de fogo para ter um mana shield. Mas depois se sacrificássemos o poder de fogo, ninguém nos queria a participar em raids porque não tínhamos spellpower suficiente. As discussões, na guilda, em torno do assunto pareciam uma pescadinha de rabo na boca e não saíamos dali. E depois, tinha um namorado, que era um hunter (já todo muito bem apetrechado até porque não fazia mais nada e por isso tinha tempo para trabalhar no equipamento), que em vez de ajudar só desajudava. Um dia fiz uma birra gigantesca. Ele não me ajudou a melhorar o meu equipamento e eu, entre outras coisas, também não lhe dei de jantar nos 2 dias a seguir. Ao fim do terceiro dia já fez o favor de me ajudar e eu reconsiderei a questão da subsistência. 

 

Apesar da Grenadine ser a minha primeira mage (e na realidade a minha primeira personagem a sério), a Mage de nível mais elevado que tenho actualmente é a - minha blood elf favorita -  Sibila e isto deve-se, unica e exclusivamente, à Guilda fantástica que encontrei em no servidor Draenor (à qual pertencia a Trincket). É claro que quem está no jogo, há tanto tempo como eu, sabe todas as Guildas têm a sua fase. Nascem, crescem e morrem com bastante facilidade e na maior parte das vezes porque ou as pessoas se desentendem, ou porque a vida obriga a mudanças, ou enfim por uma série de razões válidas - extra jogo - que faz com que a dinâmica da Guilda se perca e depois seja muito dificil de se recuperar. Nos dias que correm boas dinâmicas de Guilda são muito dificeis de encontrar e requerem uma disponibilidade consideravel por parte do Guildmaster para puxar pelos seus membros. Actualmente, a Guilda da Sibila (sim agora é da Sibila porque fiz um golpe de estado, visto que precisava de gerir o banco) está praticamente morta, mas mantenho-me lá porque tenho sempre aquela esperança (meio parva) que as coisas vão mudar e as pessoas vão voltar e eu quero ter a Guilda tão actualizada quanto possível para quando isso acontecer. Eu sei que é uma esperança idiota, mas é isso que me faz continuar.

 

No que respeita ás especializações, a Sibila e a Grenadine são, obviamente, Frost. A Pini tem dias, ás vezes é frost às vezes é fire. A Tysane é arcane. De hoje em dia, frost é uma excelente especialização para esta classe. Arcane e Fire não são más, mas acho os cooldowns dos spells mais longos e mais dificeis de gerir. Por este motivo não tenho tanta afinidade com estas duas especializações. Além disso, jogar um mage - actualmente - já não é tão dificil como era antigamente pelo que esta simplificação até foi bastante positiva.