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Morfindes a Illidari

Morfindes a Illidari

Os meus Rogues

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 Bom dia blogosfera!!

 

Hoje é dia para vos apresentar os meus rogues.

 

Ora então o que é que vos posso dizer sobre esta classe? Para começar, posso dizer-vos que é uma classe lixada. Mesmo lixada. Quando comecei a jogar, para aí há uns 11 anos atrás, foi logo o primeiro personagem que criei... e foi também o primeiro personagem que apaguei. Criei um Nightelf chamado AnthraxPT (nome super original bem sei) e o nível máximo a que cheguei foi a 15. Fiquei-me por Loch Modan já que passava mais tempo a morrer do que propriamente a jogar. Era um desatino. Já nem me lembro bem que especialização é que era, mas penso que era Combat e naquela altura penso que a malta começava a construir a árvore de talentos ao nível 10, sendo que ganhávamos 5 pontos á medida que íamos subindo de nível. Estes pontos podiam ser depois distribuídos pelas três árvores de talentos e a nossa personagem era uma personagem, basicamente, costumizada à nossa forma de jogar. A escolha dos talentos não era nada fácil, mas tinha algumas vantagens que o modelo actual não permite.

 

Os rogues eram também a pior classe para encontrar num battleground. Eram os piores inimigos de Mages, Priests e Warlocks... até parece que faziam de propósito (e faziam mesmo, mas tirando isso) é que nem dava tempo ou de os transformar numa ovelha, ou de usar o mind control. Era morte certa. Com um Warlock, bem apetrechado, ainda dava tempo para lhes colocar uma curse em cima, mas mesmo assim não era certo que conseguíssemos matar a criatura. Esta classe era uma verdadeira praga nos battlegrounds a sério... terrível mesmo. 

 

De hoje em dia, as coisas já não são bem assim. De hoje em dia é uma classe que continua a bater bem, foi bastante simplificada, mas continua a ser preciso saber jogar com ela. Tal como vos disse no post anterior, depois de ter apagado o primeiro rogue só voltei a criar outro - o Kiryel -  5 anos depois encorajada por uma amiga minha, que jogava excepcionalmente bem uma rogue chamada Trincket. Basicamente, tudo o que aprendi sobre como jogar com esta classe foi com ela (que levava muito a sério a parte da competição e tinha que ser top dps em tudo, senão ficava louca da vida). Infelizmente, ela entretanto parou de jogar e ficou-se pelo nível 72 e eu continuei a jogar e o Kiryel é agora nível 110, sendo que para mim é um orgulho ter um rogue não só de nível 110 como também foi a minha primeira personagem a chegar a este nível. 

 

O Kiryel já tem os 3 artefactos e é especializado nos três, mas a especialização principal e aquela com a qual gosto mais de jogar é Assassination. Não creio que seja a melhor especialização para fazer o leveling, principalmente, se considerarmos que a grande moda entre os rogues agora é ser Outlaw (que penso que é o antigo Combat), mas é aquela que eu sei jogar melhor (outra vez graças à Trincket). Logo a seguir, gosto bastante da especialização em Subtlety e só no fim é que aparece o Outlaw. Vamos lá ver, quando vos falei sobre o Xanthos e sobre o facto dele ser um Outlaw rogue e da coisa funcionar bem nas dungeons mais baixinhas, continua a ser tudo verdade e é um estilo de jogo bastante despreocupado. Mas quando chegamos a Argus, na minha opinião e quando jogamos sozinhos, o estilo de jogo já não pode ser muito despreocupado até porque os tipos têm um fel reaver gigantesco a passarinhar por Krokuun e isso é muito chato. Não é que eu já tenha sido liquidada pela coisa... em Argus (notem)... com qualquer uma das minhas personagens, mas tenho muita experiência em ser apanhada desprevinida na Peninsula de Hellfire. 

 

Tudo resumido, os rogues são uma classe muito gira para jogar mas não são uma boa classe para nos introduzirmos pela primeira vez no jogo. Para ganharmos alguma sensibilidade para a mecânica deste mundo é preferivel começar com outro tipo de classe que, também na minha opinião, seriam ou os hunters ou - eventualmente - os warlocks (na especialização em demonology que é para o pet fazer o trabalhinho).