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Morfindes a Illidari

As aventuras deste fim-de-semana

30.10.17 | A Diva do Sofá

Morfindes 2.png

 Este fim-de-semana foi dedicado a estas 3 meninas em particular. Há já algum tempo que não dedicava atenção à Morfindes e precisava de lhe aumentar o item level para um número mais confortável, que me permitisse sobreviver melhor em Argus. Além disso também queria avançar mais um pouco na história para ver onde a trama nos leva e assim sendo na sexta e no sábado estive a jogar com ela. 

 

Para as quests estou a usar a especialização em vengeance porque considero que é aquela que melhor me permite sobreviver a encontros com mais do que um oponente. Para dungeons, normalmente, uso a especialização em havoc se estiver a utilizar o random dungeon finder e com maltinha amiga uso o que for preciso na altura. 

 

No domingo dediquei-me à Gefjon e à Bluesparrow. À Gefjon porque a coitadinha já é nível 110 há mais de um mês e nem sequer tinha chegado à Broken Shore e à Blue porque, na realidade estava a fazer o leveling de um dos meus paladinos (que está em Draenor) e estava a aborrecer-me à brava e então resolvi trocar para a Blue e foi mil vezes mais divertido. 

 

Portanto, a Gefjon... A Gefjon é o meu primeiro priest, foi criada na altura do Burning Crusade e já passei pelas especializações todas. Por natureza é uma healer, mas actualmente em dungeons e raids só jogo com ela nessa condição com malta amiga. Nas restantes situações é só mais um dps (que de vez em quando tem dias maus). Em modo de RDF utilizo sempre a especialização Shadow, que para mim é um tormento e uma seca gigantesca cuja unica parte gira é a bonequinha ficar azul. De resto, para quests ou uso discipline (que é a minha favorita) ou uso holy (que também me diverte bastante mas o nível de sobrevivência não é tão alto como a especialização anterior). Então, lá levei a bichinha para a Broken Shore , aumentei-lhe o item level até 817 (estava em 770 ou qualquer coisa assim) e agora é só dar-lhe mais um boost até ao 830 ou 850 para poder ir mais confortavelmente para Argus. 

 

Na minha optica, só vale a pena irem para Argus com um item level de 820 se tiverem muita vontade de morrer várias vezes e gastar uma pipa de gold em reparações e eu sei disso porque levei o meu rogue para lá quando o iLevel era 821 e se não fosse o stealth estava super lixada. É tudo muito bonito mas as mobs em Argus batem mesmo com muita força e a malta fica um bocado apardalada... além de que têm um reaver  (que eu não via desde o BC e confesso que não tinha grandes saudades). 

 

Finalmente a Bluesparrow; a Blue foi também a minha primeira druida, igualmente, criada por altura da Burning Crusade e durante muito, muito tempo foi especializada em feral, depois passei por restoration e finalmente decidi-me por balance, sendo que nunca tive vontade de ser ursa. E decidi-me por balance porquê? Fácil, porque houve aí uma altura em que só havia gatos por todo o lado e eu fartei-me disso e resolvi ser um moonkin. Toda a gente dizia que o dps em balance era um cócó e bla bla bla, pois eu estive-me nas tintas para isso tudo e virei balance. 

 

É verdade que o dps em balance não é fácil, mas bater de longe é melhor do que bater de perto e se, numa dungeon, por acaso o tank tiver o azar de morrer podemos sempre ressuscitá-lo antes da coisa descambar totalmente, evitando assim um wipe. Portanto, os moonkins são amigos, são fofinhos e vale sempre a pena ter um por perto. Além disso, divirto-me à brava com ela nas dungeons de Draenor porque na altura em que fiz o leveling dos outros personagens, como estava só a seguir a história e a fazer as quests, praticamente não fiz dungeons. Agora como não tenho essa preocupação, já faço as dungeons. 

 

E pronto este foi o fim-de-semana das meninas.   

O meu primeiro Item Lendário

23.10.17 | A Diva do Sofá

Tilya.png

 Bem sei que para a maltinha que é aficcionada isto não é nada mas... 

 

Esta é a Tilya, a minha Beastmaster Hunter (ou Huntress se quisermos ser preciosistas), e ontem ganhei o meu primeiro item lendário depois de ter feito e entregue as quests de Thundertotem. 

 

Fiquei feliz.

 

Fiquei feliz porque isto é mais uma daquelas coisas que eu pensava que nunca me iria sair e que só se ganhava nos raids e assim. Mas não. Saiu mesmo no baú das quests da Highmountain. 

 

Tirando isso, sempre achei que a sair alguma coisa importante iria ser à Zuky, que é a minha Druida e com quem eu tenho jogado mais vezes.

 

A Zuky é esta aqui em baixo.

Zuky.PNG

 Mas como podem ver, ainda não me saiu nada  de lendário na verdade. À parte disso, esta levei-a ontem por mais um tour por raids antigos, ganhei mais um título no Blackwing's Lair porque basicamente me enganei no raid, não era deste que andava à procura era o Blackwing's Descent. De qualquer forma não faz mal. Levei a Tilya ao Blackwing Descent porque, em formato solo, dar cabo da Sinestra é mais fácil com um hunter (ou com um ranged dps - por causa dos ovos e da mecânica do jogo - do que com uma personagem de melee) e ganhei outro título. 

 

Também só para saberem, ainda não voltei ao Dragon Soul para continuar a minha demanda de aquisição de dragões, porque fiquei um bocado traumatizada com aquela história das costas do Deathwing, mas lá voltarei quando me passar o trauma.  

Das montarias que não sabemos que temos

06.10.17 | A Diva do Sofá

Motoca conduzida.PNG

 Em primeiro lugar vou começar por dizer que eu pensava que tinha pouco mais de 50 montarias, mas afinal a realidade é que tenho 90, incluindo uma que não fazia a menor ideia que tinha.

 

Se vos passasse pela a cabeça a quantidade de vezes que, mentalmente, já insultei outros jogadores por terem esta "Motoca conduzida" - chamam-lhe assim em português em inglês não me lembro - que daria tanto jeito a uma pessoa, como eu, que gosta tanto de criar personagens novas e que tem de andar a correr - a pé! - para entregar as quests... a sério, não fazem ideia.

 

No outro dia, quando estava a escrever sobre o Xanthos resolvi ir pesquisar o Armory e foi aí que me dei conta que não tinha 50 montarias, mas sim, 90 e logo a primeira que me aparecia era esta "Motoca" que pode ser utilizada desde o nível 1, não necessitando a personagem de cansar as perninhas com tanta correria. 

 

Ora bem, ia tendo uma coisinha má porque eu tinha quase a certeza que isto não fazia parte do meu acervo e pensei que o website do Armory estava enganado. Quando cheguei a casa fui logo ver o que é que se passava com aquilo, a ver se encontrava a bicha. Qual não é o meu espanto quando, efetivamente, lá estava ela e pior... é que estava lá - intocada -  desde 12 de Agosto do ano passado, ou seja... há mais de um ano.. já estão a imaginar a quantidade de gente que insultei no entretanto certo? Portanto, esta "Motoca" vem com o achievement Heirloom Hoarder e se calhar antes vinha pelo correio embrulhadinha como um presente, mas agora posso garantir-vos que não vem... caso contrário eu teria dado por ela.

 

Pois agora, vou desforrar-me e fazer uso desta moto até à exaustão e isto é porque sim... e porque ando eu aqui atrás dos dragões e depois aparece-me assim esta moto... por isso não se distraiam quando tiverem 35 heilooms, esta moto vai aparecer-vos no tabzinho das mounts.        

Outlaw Rogue - Xanthos

03.10.17 | A Diva do Sofá

Xanthos.png

 O Xanthos é mesmo a minha criação mais recente. Ainda só tive oportunidade de jogar com ele para aí durante duas horas e meia (mais coisa menos coisa) e sim, só é nvl 20 (os heirlooms ajudam bastante no leveling). 

 

Em minha defesa, não tinha nenhum rogue no Emerald Dream e nenhum com a especialização Outlaw. O meu rogue principal é o Kiryel e a especialização dele é Assassination (que aparentemente não é muito popular nos tempos que correm, mas eu gosto muito de jogar neste spec e gosto do dano que faz). Os outros 2 rogues são a Taby (também Assassination, mas vou pensar se não vou dar um giro em modo de Subtlety) e a Llilith (que era Assassination mas agora mudei-a para Outlaw).

 

Ora bem, quando a malta vê muitos jogadores a jogarem com esta especialização, inevitavelmente, perguntamo-nos porquê? Principalmente depois de já termos testado o artefacto e não termos achado grande coisa e por isso não o utilizámos - praticamente - mais vez nenhuma. É claro que uma coisa é experimentarmos uma nova especialização ao nível 100 ou 110 e outra é crescermos com essa especialização, por isso surge então o Xanthos. 

 

 

Até chegarmos ao nível 10, esta especialização é igual às outras duas sendo que - por default - são automaticamente Assassination e por isso convém mudar o spec quando chegamos a este nível porque os "feitiços" (chamemos-lhe assim) são diferentes. Depois quando chegamos a nível 15 já podemos então começar a escolher talentos, mas entretanto confesso que senti uma certa satisfação em andar aos tiros, desenfreadamente, acertando em tudo o que nos aparece pela frente. De alguma forma fez-me lembrar a classe dos Gunslingers no Aion (sim, também jogo Aion quando calha e tenho a minha própria Legião... por falar nisso tenho de  lá ir ver como está aquilo), mas com menos rajadas... na verdade, não tem rajadas o que é uma pena. Adiante, escolhi como profissões o Skinning (para aumentar o critical strike) e o Mining (para aumentar a Stamina)... mas agora fiquei a pensar que Engineering poderia também ter sido uma opção viável por causa das bombas, bom tudo bem isso agora também não vem ao caso. 

 

Esta especialização funciona bem em dungeons, ou pelo menos nas dungeons iniciais em que não é preciso grande cuidado com o tipo de jogo que se faz, o nível de dano é bom e é muito giro competir com os hunters para ver quem dá mais tiros. Além disso podemos dar tiros ao mesmo tempo que corremos o que é uma grande vantagem quando se anda a correr atrás do tank por uma dungeon a fora.

 

De um modo geral, até agora, esta especialização parece ter um tipo de jogo muito mais fácil do que o modo Assassination. Não sei se será assim mais para a frente porque, como já disse no início, não tive uma grande experiência no nível cento-e-qualquer-coisa e nunca mais lhe peguei, mas por agora e para quem começa é uma opção muito engraçada, divertida e fácil. 

 

O spec build que estou a utilizar é o que sugerem para PVE e DPS  no website Icy Veins, sendo que como ainda não cheguei ao nível 30 ainda só escolhi o Ghostly Strike como talento, quando chegar ao 30 vou escolher o Acrobatic Strikes que é para dar tiros a uma distância maior. 

Holy Priest - Aëlys

02.10.17 | A Diva do Sofá

Aëlys.png

 Pois é verdade, esta é outra das minhas personagens mais recentes. Chama-se Aëlys e está no servidor de Hellfire (EU). Já a tinha criado há algum tempo mas só ontem é que fui dar um giro com ela. 

 

Para além do facto de gostar muito de criar personagens novas - nota: impeto que tenho de refrear um bocado porque já se me está a terminar o cap relativo ao número de personagens associado a uma conta  - uma das coisas que me leva a estas novas criações é a vontade de experimentar a jogar com uma determinada especialização desde o início (ainda que todos os outros 4 Priests que tenho tenham começado mais ou menos da mesma maneira). No caso específico da Aëlys resolvi que ia experimentar, novamente, a especialização em Holy e ver se consigo aguentar a pressão da carreira de Healer até ao fim, ainda que não esteja firmemente convencida que seja bem sucedida neste empreendimento. 

 

É claro que esta minha hesitação prende-se com o facto de não ser a primeira vez que tento este tipo de coisas com um Priest. A primeira personagem que criei desta classe chama-se Gefjon (que actualmente é nvl 110 e tem um Ilvl ainda fraquinho porque isto leva tempo a rodar pelas personagens todas) e durante muito tempo fui a Healer de serviço, tanto nos eventos da guilda como fora deles e era bastante boa no que fazia.

 

Ser healer naquela altura em comecei  e ser healer agora são duas coisas completamente diferentes, porque o tipo de jogo também era completamente diferente. Ninguém conseguia correr por uma dungeon, tipo doido, sem provocar um wipe. Nem em modo normal, nem em Heróico e eu para conseguir o meu primeiro item roxo tive de morrer bué vezes e gastar uma pipa de gold em reparações. A articulação entre os tanks e os healers era bastante melhor e havia ali uma relação de respeito mútuo bastante interessante. Os DPS também não faziam tanta merda e de facto, em muitas situações, o crowd control era mesmo necessário utilizar se queríamos sobreviver. 

 

Hoje em dia o tipo de jogo mudou totalmente e cá me cheira que essa é uma das razões pelas quais não há nem muitos healers, nem muitos tanks (por isso é que de vez em quando a Blizzard oferece bonús a quem desempenha estes papeis).

 

Ser healer nos tempos que correm é tramado.

 

Quando as coisas começaram a mudar resolvi virar-me para alguns add ons e durante algum tempo socorri-me do Healbot , mas se querem que vos diga o Healbot atrapalhava-me mais do que ajudava. Até que descobri o Healium. O Healium é super simples e é fantástico para as correrias habituais que grassam por essas dungeons.É claro que milagres ninguém faz. Se as criaturas estão fora do alcance dos feitiços, azar do caraças. Estivessem mais perto. 

 

No que toca a talentos, a configuração que tenho estado a utilizar é a mesma que podem encontrar no website Icy Veins (site que gosto bastante de frequentar principalmente porque gosto das sugestões deles). É claro que depois devem ter em atenção a vosso estilo de jogo e se são healers em dungeons ou em raids, porque pode haver um ou outro talento que possa ser substituído. Como esta "piquena" ainda é só nível 23, não estou muito preocupada com a qestão dos raids.