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Morfindes a Illidari

Os meus Mages

22.12.17 | A Diva do Sofá

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 Hoje, um pouco mais tarde do que o habitual, é o dia dos meus Mages.

 

Depois de ter apagado o meu primeiro rogue, eu achei que a minha onda era mesmo era a classe dos Mages porque, idealmente, batiam à distância. Então, com isto na cabeça, criei a Grenadine. O que eu não sabia na altura era que esta classe tinha uma tendência para se finar ainda maior que a classe dos rogues. Acreditem, há 11 anos atrás não era fácil ser mage e não era fácil fazer quests sozinha... em boa verdade, era um autêntico pesadêlo.

 

Cada vez que me lembro do tormento que era fazer quests em Redridge Mountains até me dá arrepios. Principalmente aquela maldita torre onde os orcs eram todos elite. Era quase impossível fazer aquelas quests sem ser num grupo de 5 (com um healer), ou sem ser num pequeno grupo com uma personagem de nível 70. E mesmo assim, quando finalmente consegui completar as quests, consegui sobreviver á torre só para morrer logo a seguir porque caí pela ribanceira abaixo. Yep... a vida de um gnomo mage era bastante dificil naqueles dias. Principalmente com uma especialização em Fire, que não tinha shields não tinha nada e demorou um bom bocado até descobrir que não era uma má ideia sacrificar algum poder de fogo para ter um mana shield. Mas depois se sacrificássemos o poder de fogo, ninguém nos queria a participar em raids porque não tínhamos spellpower suficiente. As discussões, na guilda, em torno do assunto pareciam uma pescadinha de rabo na boca e não saíamos dali. E depois, tinha um namorado, que era um hunter (já todo muito bem apetrechado até porque não fazia mais nada e por isso tinha tempo para trabalhar no equipamento), que em vez de ajudar só desajudava. Um dia fiz uma birra gigantesca. Ele não me ajudou a melhorar o meu equipamento e eu, entre outras coisas, também não lhe dei de jantar nos 2 dias a seguir. Ao fim do terceiro dia já fez o favor de me ajudar e eu reconsiderei a questão da subsistência. 

 

Apesar da Grenadine ser a minha primeira mage (e na realidade a minha primeira personagem a sério), a Mage de nível mais elevado que tenho actualmente é a - minha blood elf favorita -  Sibila e isto deve-se, unica e exclusivamente, à Guilda fantástica que encontrei em no servidor Draenor (à qual pertencia a Trincket). É claro que quem está no jogo, há tanto tempo como eu, sabe todas as Guildas têm a sua fase. Nascem, crescem e morrem com bastante facilidade e na maior parte das vezes porque ou as pessoas se desentendem, ou porque a vida obriga a mudanças, ou enfim por uma série de razões válidas - extra jogo - que faz com que a dinâmica da Guilda se perca e depois seja muito dificil de se recuperar. Nos dias que correm boas dinâmicas de Guilda são muito dificeis de encontrar e requerem uma disponibilidade consideravel por parte do Guildmaster para puxar pelos seus membros. Actualmente, a Guilda da Sibila (sim agora é da Sibila porque fiz um golpe de estado, visto que precisava de gerir o banco) está praticamente morta, mas mantenho-me lá porque tenho sempre aquela esperança (meio parva) que as coisas vão mudar e as pessoas vão voltar e eu quero ter a Guilda tão actualizada quanto possível para quando isso acontecer. Eu sei que é uma esperança idiota, mas é isso que me faz continuar.

 

No que respeita ás especializações, a Sibila e a Grenadine são, obviamente, Frost. A Pini tem dias, ás vezes é frost às vezes é fire. A Tysane é arcane. De hoje em dia, frost é uma excelente especialização para esta classe. Arcane e Fire não são más, mas acho os cooldowns dos spells mais longos e mais dificeis de gerir. Por este motivo não tenho tanta afinidade com estas duas especializações. Além disso, jogar um mage - actualmente - já não é tão dificil como era antigamente pelo que esta simplificação até foi bastante positiva.              

Os meus Rogues

21.12.17 | A Diva do Sofá

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 Bom dia blogosfera!!

 

Hoje é dia para vos apresentar os meus rogues.

 

Ora então o que é que vos posso dizer sobre esta classe? Para começar, posso dizer-vos que é uma classe lixada. Mesmo lixada. Quando comecei a jogar, para aí há uns 11 anos atrás, foi logo o primeiro personagem que criei... e foi também o primeiro personagem que apaguei. Criei um Nightelf chamado AnthraxPT (nome super original bem sei) e o nível máximo a que cheguei foi a 15. Fiquei-me por Loch Modan já que passava mais tempo a morrer do que propriamente a jogar. Era um desatino. Já nem me lembro bem que especialização é que era, mas penso que era Combat e naquela altura penso que a malta começava a construir a árvore de talentos ao nível 10, sendo que ganhávamos 5 pontos á medida que íamos subindo de nível. Estes pontos podiam ser depois distribuídos pelas três árvores de talentos e a nossa personagem era uma personagem, basicamente, costumizada à nossa forma de jogar. A escolha dos talentos não era nada fácil, mas tinha algumas vantagens que o modelo actual não permite.

 

Os rogues eram também a pior classe para encontrar num battleground. Eram os piores inimigos de Mages, Priests e Warlocks... até parece que faziam de propósito (e faziam mesmo, mas tirando isso) é que nem dava tempo ou de os transformar numa ovelha, ou de usar o mind control. Era morte certa. Com um Warlock, bem apetrechado, ainda dava tempo para lhes colocar uma curse em cima, mas mesmo assim não era certo que conseguíssemos matar a criatura. Esta classe era uma verdadeira praga nos battlegrounds a sério... terrível mesmo. 

 

De hoje em dia, as coisas já não são bem assim. De hoje em dia é uma classe que continua a bater bem, foi bastante simplificada, mas continua a ser preciso saber jogar com ela. Tal como vos disse no post anterior, depois de ter apagado o primeiro rogue só voltei a criar outro - o Kiryel -  5 anos depois encorajada por uma amiga minha, que jogava excepcionalmente bem uma rogue chamada Trincket. Basicamente, tudo o que aprendi sobre como jogar com esta classe foi com ela (que levava muito a sério a parte da competição e tinha que ser top dps em tudo, senão ficava louca da vida). Infelizmente, ela entretanto parou de jogar e ficou-se pelo nível 72 e eu continuei a jogar e o Kiryel é agora nível 110, sendo que para mim é um orgulho ter um rogue não só de nível 110 como também foi a minha primeira personagem a chegar a este nível. 

 

O Kiryel já tem os 3 artefactos e é especializado nos três, mas a especialização principal e aquela com a qual gosto mais de jogar é Assassination. Não creio que seja a melhor especialização para fazer o leveling, principalmente, se considerarmos que a grande moda entre os rogues agora é ser Outlaw (que penso que é o antigo Combat), mas é aquela que eu sei jogar melhor (outra vez graças à Trincket). Logo a seguir, gosto bastante da especialização em Subtlety e só no fim é que aparece o Outlaw. Vamos lá ver, quando vos falei sobre o Xanthos e sobre o facto dele ser um Outlaw rogue e da coisa funcionar bem nas dungeons mais baixinhas, continua a ser tudo verdade e é um estilo de jogo bastante despreocupado. Mas quando chegamos a Argus, na minha opinião e quando jogamos sozinhos, o estilo de jogo já não pode ser muito despreocupado até porque os tipos têm um fel reaver gigantesco a passarinhar por Krokuun e isso é muito chato. Não é que eu já tenha sido liquidada pela coisa... em Argus (notem)... com qualquer uma das minhas personagens, mas tenho muita experiência em ser apanhada desprevinida na Peninsula de Hellfire. 

 

Tudo resumido, os rogues são uma classe muito gira para jogar mas não são uma boa classe para nos introduzirmos pela primeira vez no jogo. Para ganharmos alguma sensibilidade para a mecânica deste mundo é preferivel começar com outro tipo de classe que, também na minha opinião, seriam ou os hunters ou - eventualmente - os warlocks (na especialização em demonology que é para o pet fazer o trabalhinho).         

Os meus Warriors

20.12.17 | A Diva do Sofá

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Ora então, muito bom dia maltinha!

 

Estes são os meus warriors. Como podem ver, desta classe, não tenho nenhuma personagem com um nível muito alto porque nunca achei que fosse uma classe muito simples de jogar. Actualmente as coisas mudaram um bocado (ou isso, ou eu finalmente adaptei-me ao modo de jogo). De hoje em dia, a classe dos warriors parece ter ficado com um modo de jogo mais fácil e menos dependente de healers e/ou healing potions, o que aumenta o seu grau de sobrevivência. Além disso, fazem dano como o caraças, principalmente, quando estão especializados em Fury (que como podem ver pelos bonecos em anexo, é a especialização dos meus). 

 

A especialização dos meus personagens não foi sempre esta. A Genji - que foi o primeiro Warrior que criei porque acho imensa graça a ver os gnomos a carregarem sobre as mobs - já passou pela especialização em Arms e pela especialização em Protection, mudou para fury - já com a expansão do Legion - depois de ter assistido a um vídeo de um jogador no youtube que jogava com o spec de Fury. O Tram (que foi o segundo Warrior a ser criado) esteve durante muito tempo em Protection (e sim eu tentei ser tank com este boneco durante algum tempo e até nem era uma desgraça completa), mas mudou para Fury também já no Legion. A Shooshi e a Bethadine é que já eram Fury.

 

O que é que eu gosto nesta especialização? Bom, gosto do dano que fazem, gosto (obviamente) do charge (principalmente com o gnomo) e gosto do Heroic Leap (porque é giro andar aos pulinhos). Estou ainda tentar atinar com as melhores rotações para optimizar o dano e dar-lhe mais consistência, mas confesso que a minha memória muscular não é lá muito coordenada e meia-volta lá carrego nos botões errados, mas isto não é só com os Warriors, é com todos. Por isso é que eu jogo melhor com casters do que com melée... e mesmo assim tem dias. Há dias em que só faço disparates, independentemente, do tipo de personagem com que estou a jogar. 

 

E pronto, de momento, é isto o que me apraz dizer sobre os warriors. Ah Sim! Só mais uma coisa: É esta uma classe que aconselho a jogarem se nunca jogaram antes? Na verdade, não. Para quem nunca jogou antes é melhor começarem com um Hunter, acreditem no que vos digo. Eu não comecei, neste jogo, com um Hunter. Comecei com um Mage e com um Rogue. O rogue, apaguei-o ao fim de 2 dias porque não conseguia jogar com ele e só voltei a criar outro cinco anos depois de ter começado a jogar. O Mage sobreviveu, mas a muito custo, com muita paciência, muita persistência e muita teimosia. 

 

Os meus Demon Hunters

19.12.17 | A Diva do Sofá

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 Ora bem, estes s\ao os meus Demon Hunters.

 

É claro que a minha primeira Demon Hunter é a Morfindes.  É a que está mais avançada e melhor equipada, por assim dizer. A Morfindes, o Laeron e a Thanneth, de momento, estão especializados em Vengeance, que é o spec para Tanks. No entanto, não pensem que são tanks. Não são. Uso esta especialização porque descobri que é muito mais fácil fazer as quests com esta especialização. Quando vou para dungeons, mudo para Havoc porque, lá está, não confio nada nas minhas aptidões de tank.

 

Os demon hunters têm uma coisa que eu adoro - para além da história - e que estou sempre a usar cada vez que posso, que é o Glide. É que nem quero saber se posso voar nas Broken Isles, ou não. O Glide é perfeito... ou tão perfeito quanto possível. Adoro as asinhas dos meus demon hunters e o meu desporto favorito é ir para Stormheim atirar-me dos penhascos. É claro que de vez em quando a coisa não corre lá muito bem, mas pronto são os ossos do ofício e também não é assim tão frequente esborrachar-me cá em baixo.

 

Ainda não experimentei atirar-me do topo da catedral em Stormwind, mas confesso que tenho alguma curiosidade e convenhamos, também não deve ser assim tão complicado. Devia haver um achievement para isto porque é mesmo engraçado.

Os meus Druidas

18.12.17 | A Diva do Sofá

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 Bom dia maltinha! Hoje é dia de vos apresentar os meus druidas.

 

Apesar da Zuky ser, actualmente, a minha druida mais alta, melhor equipada e com o título de "Archdruid", a primeira druida a ser criada foi a Bluesparrow e depois do lado da Horde foi a Pyppa. Se me perguntarem porque é que é assim, sinceramente, não vos sei responder mas penso que terá a ver com o facto das Guildas a que pertenço serem - se calhar - mais activas numa determinada altura. 

 

Foi o que se passou com a Zuky e foi o que se passou com a Seraphyne.

 

Também já passei por, praticamente, todas a especializações excepto a de tank porque realmente não me entendo (ainda) com o modo de jogo e devo dizer que as minhas speccs favoritas são Balance e Restoration. Feral, costumava ser uma das minhas favoritas mas depois do lançamento da expansão Warlords of Draenor não gostei muito das mudanças que fizeram aos gatos e deixei - praticamente - de jogar com eles. Basicamente a sensação que tenho é a de que tornaram esta especialização demasiado dependente da existência de um healer num grupo e isso põe em causa a sobrevivência do druida em modo de Feral. É verdade que faz bastante dano mas, por outro lado, também recebe bastante dano, o que dificulta o modo de jogo.

 

Aquilo que, normalmente, procuro encontrar nas especializações de todas as classes é o ponto de equílibrio que faz com que a personagem se adapte facilmente a todas as situações sem ter de andar sempre a trocar de specc consoante o contexto. Neste momento, aquela que penso que reune as melhores condições para isso é de facto a especialização em Balance. Não é propriamente a especialização mais fácil de jogar quando se pretende fazer enormes quantidades de dano, mas é a que melhor se adapta aos diferentes contextos de PVE por onde vamos passando. Nunca a experimentei em contexto de PVP, por isso não sei se será a melhor para isso. Talvez um dia experimente o PVP com uma destas 4 bichinhas, mas ainda não sei porque não sou muito uma criatura de PVP.

Os meus Hunters

15.12.17 | A Diva do Sofá

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 E hoje é o dia dos meus hunters. Tenho quatro.

 

A Tilya é a personagem com o nível mais alto visto que foi a primeira desta classe, que eu criei. Já tenho os três artefactos, com as três especializações, mas aquela que está mais desenvolvida e com a qual costumo jogar em modo de quest é Beastmaster. Logo a seguir vem a especialização em Marksmanship, que é a que costumo utilizar em dungeons.

 

Os hunters são uma classe, relativamente, simples de jogar graças à assistência dos pets. Todavia em dungeons podem transformar-se numa verdadeira catástrofe, exatamente, por causa dos bicharocos e principalmente se nos esquecermos de fazer o dismiss do bicho antes de nos atirarmos por um atalho (sim, porque nas dungeons há uma mania bastante grande de seguir por atalhos). Por isso, camaradas novíços de classe, aconteça o que acontecer nunca se esqueçam de fazer os dismiss do pet antes de seguirem o resto do grupo por um atalho, caso contrário o bichito vai seguir o caminho normal arrastando consigo tudo o que é mobs e a maltinha do grupo vai ficar muito aborrecida mesmo. Assim sendo, peço-vos que não contribuam para a má fama dos hunters. Bem sei que a situação já esteve pior, mas ainda nos olham um bocado de esguelha.

 

Também é uma boa ideia não se armarem em tanks e mandarem, por exemplo, um urso (que não seja um druida) à frente. Os verdadeiros tanks tendem a não gostar da brincadeira e o resto da malta também não. Numa dungeon, o primeiro a bater é o tank e esta é - e sempre será - a regra de ouro. Este é também um dos motivos pelos quais eu até concordo com as mudanças que a Blizzard vai implementar no próximo patch.

 

Esta é uma das classes que sofreu alterações consideráveis ao longo do tempo e eu ainda não me consegui decidir sobre se foi para melhor ou para pior. Há coisas que - no geral - eu considero que foram alterações relativamente positivas, como por exemplo a história das flechas. Quem joga desde, praticamente, o inicio do Warcraft sabe que ser hunter naqueles dias era dispendioso. Porquê? Porque a malta tinha de comprar as munições para as armas que utilizava e tinha de ter algum cuidado para que não acabassem a meio de uma dungeon ou a meio de uma quest. Também havia munições mais fraquinhas e depois munições todas xpto e, claro, escusado será dizer que isto ocupava bastante espaço nos sacos. Por isso, por um lado foi bom a blizzard ter mudado este sistema porque deixámos de nos preocupar com o espaço no inventário, por outro lado, esta democratização das munições fez com que os hunters começassem a usar as armas desenfreadamente e mudassem o estilo de jogo visto que já não tinham de se preocupar nem com a quantidade, nem com a qualidade  de munições que tinham. Este era um elemento que, penso eu, contribuía bastante para que qualquer hunter pensasse duas vezes antes de começar a fazer disparates e quando a Blizzard retira este mecanismo de controle é quando os hunters começam a ganhar má fama. 

 

Outra coisa que também foi retirada e costumava ocupar um espaço considerável nos sacos era a comida para os bichos. Sim, porque os bichitos não viviam do ar e a malta, não só, tinha de os alimentar, como também, tinha de ter atenção á dieta do animal caso contrário o bichito bazava. Ou seja, este era mais um elemento que contribuía para a responsabilização do hunter e moldava o comportamento do mesmo no sentido de ter um comportamento mais responsável. Quando, a determinada altura, isto é também retirado da equação, passamos a ter hunters com comportamentos completamente idiotas e irresponsáveis que dão muito mau nome à classe. 

 

Actualmente, não sei se estes dois elementos - por exemplo - não deveriam ser repostos (desde que não ocupem espaço nos sacos) porque, apesar de parecerem coisas mínimas, obrigavam o jogador a pensar e a ser mais cuidadoso no seu modo de jogo.

 

Para finalizar, só dois pequenos apontamentos; um relativo à Shaazi - que é a minha hunter mais recente e porque eu, simplemente, tinha de ter um gnomo hunter ; e o outro relativo à Fantine porque eu tinha de ter um Panda hunter com uma mount que é um urso e com um pet que também é um urso. Epá tinha de ser .

 

 

 

Os meus Death Knights

14.12.17 | A Diva do Sofá

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 Continuando a saga dos meus personagens, estes são os Death Knights e são só 3.

 

A  Kyrja, actualmente, a nível 103 foi a primeira DK que criei assim que tive a minha cópia do Lich King. Nessa altura, os Death Knights eram um espectáculo apesar de estarem claramente sobredimensionados face a qualquer outra classe no jogo. A primeira coisa que fiz quando cheguei a nível 70, com esta bichinha, foi ir para a Hellfire Peninsula dar cabo do fel reaver, que tantas vezes me apanhou desprevenida (com o meu pequeno gnome mage). Isso sim, foi uma felicidade digo-vos.

 

Entretanto, com tantas actualizações e com o poder desta classe a diminuir consideravelmente ao longo do tempo, a coisa fui perdendo interesse no tipo de jogo que esta classe proporcionava. Não sei se se recordam, mas as mudanças eram tão frequentes que se estivéssemos para aí uma semana sem pegar na personagem quando voltávamos a pegar nela lá tinhamos de escolher, outra vez, todos os talentos. Aliás, houve ali uma altura em que passava mais tempo a escolher talentos do que a jogar com o boneco e quer dizer... às tantas uma pessoa também se farta de estar sempre a fazer a mesma coisa. 

 

Durante muito tempo joguei com a especialização em blood, porque gostava da jogabilidade da coisa. Depois decidiram que o specc em blood era para tanks e eu mudei para frost. Confesso que nunca me adaptei muito bem à especialização em frost. O dano era bom, mas em termos de sobrevivência a encontros mais duros a coisa era complicada. Depois mudei para unholy porque era este specc que tinha o famoso army of the dead e eu divertia-me à brava a usar isto. Posteriormente democratizaram o army of the dead e agora já toda a gente tem isto.

 

Os Death Knights são uma classe com uma história muito gira, mas penso que têm sido muito mal tratados ao longo das expansões que sucederam o Lich King, não só, em termos de história, como também, ao nível do poder que esta classe tem. Quer queiramos, quer não, esta classe de cavaleiros - pela sua natureza - é suposto ser poderosa e isto não significa que deva ser invencível, não é isso, mas quer dizer... não é suposto ser uma daquelas classes que leva um piparote e vira o boneco e actualmente sinto que está convertida numa coisa dessas. Eu vejo os DK's como uma espécie de Paladinos invertidos e da mesma maneira que não é fácil matar um Paladino, também não devia ser fácil matar um DK, só que não é isso que acontece. O boneco leva meia dúzia de tabefes e puf! Lá vai ele. É errado, não devia ser assim. Por isso, acho esta tem sido uma classe extremamente mal tratada. 

 

Neste sentido, penso que a Blizzard deveria rever esta classe a fundo e deveria conceder-lhe o mérito que ela merece.   

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