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Morfindes a Illidari

World of Warcraft & Gaming em geral

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Os meus Hunters

15.12.17 | Helena R. Moisio

Hunters.png

 E hoje é o dia dos meus hunters. Tenho quatro.

 

A Tilya é a personagem com o nível mais alto visto que foi a primeira desta classe, que eu criei. Já tenho os três artefactos, com as três especializações, mas aquela que está mais desenvolvida e com a qual costumo jogar em modo de quest é Beastmaster. Logo a seguir vem a especialização em Marksmanship, que é a que costumo utilizar em dungeons.

 

Os hunters são uma classe, relativamente, simples de jogar graças à assistência dos pets. Todavia em dungeons podem transformar-se numa verdadeira catástrofe, exatamente, por causa dos bicharocos e principalmente se nos esquecermos de fazer o dismiss do bicho antes de nos atirarmos por um atalho (sim, porque nas dungeons há uma mania bastante grande de seguir por atalhos). Por isso, camaradas novíços de classe, aconteça o que acontecer nunca se esqueçam de fazer os dismiss do pet antes de seguirem o resto do grupo por um atalho, caso contrário o bichito vai seguir o caminho normal arrastando consigo tudo o que é mobs e a maltinha do grupo vai ficar muito aborrecida mesmo. Assim sendo, peço-vos que não contribuam para a má fama dos hunters. Bem sei que a situação já esteve pior, mas ainda nos olham um bocado de esguelha.

 

Também é uma boa ideia não se armarem em tanks e mandarem, por exemplo, um urso (que não seja um druida) à frente. Os verdadeiros tanks tendem a não gostar da brincadeira e o resto da malta também não. Numa dungeon, o primeiro a bater é o tank e esta é - e sempre será - a regra de ouro. Este é também um dos motivos pelos quais eu até concordo com as mudanças que a Blizzard vai implementar no próximo patch.

 

Esta é uma das classes que sofreu alterações consideráveis ao longo do tempo e eu ainda não me consegui decidir sobre se foi para melhor ou para pior. Há coisas que - no geral - eu considero que foram alterações relativamente positivas, como por exemplo a história das flechas. Quem joga desde, praticamente, o inicio do Warcraft sabe que ser hunter naqueles dias era dispendioso. Porquê? Porque a malta tinha de comprar as munições para as armas que utilizava e tinha de ter algum cuidado para que não acabassem a meio de uma dungeon ou a meio de uma quest. Também havia munições mais fraquinhas e depois munições todas xpto e, claro, escusado será dizer que isto ocupava bastante espaço nos sacos. Por isso, por um lado foi bom a blizzard ter mudado este sistema porque deixámos de nos preocupar com o espaço no inventário, por outro lado, esta democratização das munições fez com que os hunters começassem a usar as armas desenfreadamente e mudassem o estilo de jogo visto que já não tinham de se preocupar nem com a quantidade, nem com a qualidade  de munições que tinham. Este era um elemento que, penso eu, contribuía bastante para que qualquer hunter pensasse duas vezes antes de começar a fazer disparates e quando a Blizzard retira este mecanismo de controle é quando os hunters começam a ganhar má fama. 

 

Outra coisa que também foi retirada e costumava ocupar um espaço considerável nos sacos era a comida para os bichos. Sim, porque os bichitos não viviam do ar e a malta, não só, tinha de os alimentar, como também, tinha de ter atenção á dieta do animal caso contrário o bichito bazava. Ou seja, este era mais um elemento que contribuía para a responsabilização do hunter e moldava o comportamento do mesmo no sentido de ter um comportamento mais responsável. Quando, a determinada altura, isto é também retirado da equação, passamos a ter hunters com comportamentos completamente idiotas e irresponsáveis que dão muito mau nome à classe. 

 

Actualmente, não sei se estes dois elementos - por exemplo - não deveriam ser repostos (desde que não ocupem espaço nos sacos) porque, apesar de parecerem coisas mínimas, obrigavam o jogador a pensar e a ser mais cuidadoso no seu modo de jogo.

 

Para finalizar, só dois pequenos apontamentos; um relativo à Shaazi - que é a minha hunter mais recente e porque eu, simplemente, tinha de ter um gnomo hunter ; e o outro relativo à Fantine porque eu tinha de ter um Panda hunter com uma mount que é um urso e com um pet que também é um urso. Epá tinha de ser .

 

 

 

Os meus Death Knights

14.12.17 | Helena R. Moisio

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 Continuando a saga dos meus personagens, estes são os Death Knights e são só 3.

 

A  Kyrja, actualmente, a nível 103 foi a primeira DK que criei assim que tive a minha cópia do Lich King. Nessa altura, os Death Knights eram um espectáculo apesar de estarem claramente sobredimensionados face a qualquer outra classe no jogo. A primeira coisa que fiz quando cheguei a nível 70, com esta bichinha, foi ir para a Hellfire Peninsula dar cabo do fel reaver, que tantas vezes me apanhou desprevenida (com o meu pequeno gnome mage). Isso sim, foi uma felicidade digo-vos.

 

Entretanto, com tantas actualizações e com o poder desta classe a diminuir consideravelmente ao longo do tempo, a coisa fui perdendo interesse no tipo de jogo que esta classe proporcionava. Não sei se se recordam, mas as mudanças eram tão frequentes que se estivéssemos para aí uma semana sem pegar na personagem quando voltávamos a pegar nela lá tinhamos de escolher, outra vez, todos os talentos. Aliás, houve ali uma altura em que passava mais tempo a escolher talentos do que a jogar com o boneco e quer dizer... às tantas uma pessoa também se farta de estar sempre a fazer a mesma coisa. 

 

Durante muito tempo joguei com a especialização em blood, porque gostava da jogabilidade da coisa. Depois decidiram que o specc em blood era para tanks e eu mudei para frost. Confesso que nunca me adaptei muito bem à especialização em frost. O dano era bom, mas em termos de sobrevivência a encontros mais duros a coisa era complicada. Depois mudei para unholy porque era este specc que tinha o famoso army of the dead e eu divertia-me à brava a usar isto. Posteriormente democratizaram o army of the dead e agora já toda a gente tem isto.

 

Os Death Knights são uma classe com uma história muito gira, mas penso que têm sido muito mal tratados ao longo das expansões que sucederam o Lich King, não só, em termos de história, como também, ao nível do poder que esta classe tem. Quer queiramos, quer não, esta classe de cavaleiros - pela sua natureza - é suposto ser poderosa e isto não significa que deva ser invencível, não é isso, mas quer dizer... não é suposto ser uma daquelas classes que leva um piparote e vira o boneco e actualmente sinto que está convertida numa coisa dessas. Eu vejo os DK's como uma espécie de Paladinos invertidos e da mesma maneira que não é fácil matar um Paladino, também não devia ser fácil matar um DK, só que não é isso que acontece. O boneco leva meia dúzia de tabefes e puf! Lá vai ele. É errado, não devia ser assim. Por isso, acho esta tem sido uma classe extremamente mal tratada. 

 

Neste sentido, penso que a Blizzard deveria rever esta classe a fundo e deveria conceder-lhe o mérito que ela merece.   

Os meus Warlocks

13.12.17 | Helena R. Moisio

Warlocks.png

 Pois bem, ora então, estes são os meus Warlocks.

 

A Pikkukukka (que para quem não sabe quer dizer "Pequena Flor" em finlandês... sim a língua finlandesa é tramada e o nome é bonito para um undead), é a minha warlock com o nível mais alto. O leveling faz-se bem com esta classe, do nível 1 até ao 90, fiz com a especialização em "affliction", do 90 até ao 110 usei a especialização em "demonology". Ainda não tive muita oportunidade de trabalhar no equipamento dela porque tenho estado a trabalhar em aumentar o iLevel de outros personagens, mas lá chegarei.

 

Pessoalmente, acho mais fácil usar o "demonology" para andar a fazer quests porque diminui - consideravelmente - o grau de mortalidade. Para dungeons, uso "affliction" porque faz mais dano que o outro, mas não cria tanto aggro como a especialização em "destruction". Agora, "destruction" é bom para AoE e dizimar tudo e mais alguma coisa desde que a malta consiga fugir bem. É claro que isto é só a minha opinião, baseada na forma como eu jogo.

 

A Shoosha, foi o primeiro warlock que criei e é Aliança. Actualmente está com a especialização em "demonology" porque ainda estou a fazer o leveling e sinto-me mais confortável a jogar assim.

 

A Julyanne e a Krysh são espécimes únicas da sua raça. São o único Worgen e o único Orc que tenho. De momento, e como ainda são muito pequeninas, ambas estão especializadas em "destruction", isto porque entretanto descobri que - nestes níveis - é engraçado jogar com esta especialização em dungeons sem provocar um "wipe" (mas, pelo sim pelo não meto sempre a soulstone no tank), antes (tipo até há 2 semanas atrás) estavam especializadas em "affliction".

 

E pronto, estes são - basicamente - os meus warlocks.

Em modo de Natal

12.12.17 | Helena R. Moisio

The Lilypad.png

 Ora bem, daqui até ao Natal vou apresentar-vos todas as minhas personagens do World of Warcraft. É verdade que são algumas e quando sair a nova expansão, provavelmente, serão mais visto que vou ter de experimentar uma raça de cada uma das novas que vai sair... espero que abram mais slots para criação de personagens  ... mas mesmo que não abram, eu guardei um espacinho para poder fazer isso já que me custa à brava ter de apagar bonecos.

 

Assim sendo, amanhã publicarei os primeiro 4 e assim sucessivamente. Vocês até podem pensar; "ah mas isso não é nada interessante.", provavelmente, terão razão mas se eu quisesse ter um blogue igual ao dos outros todos, com o último grito da moda, teria imitado um qualquer dos milhares que existem por aí. 

 

Aqui eu só falo sobre coisas triviais relacionadas com o jogo, emito opiniões sobre coisas que eventualmente me possam transtornar (como a história da maldita quest dos hunters), falo de personagens e coisas que vou experimentando, ou descobrindo. Quando preciso de alguma dica mais hardcore, ou pergunto numa das Guildas a que pertenço, ou vou ao google. Depois, logo experimento a ver se funciona ou não (há umas que sim, há outras que nem por isso). 

 

Conclusão, a partir de amanhã, vou apresentar os meus personagens... que são uma data deles  

Quest dos Hunters - A new invention

11.12.17 | Helena R. Moisio

A new invention.jpg

«No shit?»

 

É o que se me afigura dizer acerca disto.

 

Ando hà 1 semana a tentar concluir esta quest com a minha hunter e... bola!

 

Encontrar Mystics é como tentar encontrar uma agulha no palheiro, nem vê-los. Em compensação fantasmas de night elves é à pazada. Ainda gostava de saber quem é que foi a criatura que inventou esta cena, para lhe enfiar os night elves pela goela abaixo. 

 

Amiguinhos da Blizzard... esta coisa não é um dragão novo para a malta poder andar por aí a voar... nem sequer é um cavalinho bonito que solta fogo pelo focinho. É apenas uma essência que serve para concluir uma quest dos hunters, por isso vejam lá se se atinam e mudam a drop rate desta cagada e metam lá os místicos nos sítios deles outra vez!!

 

Eu já não posso ouvir o estupurado do Mimiron a dizer "Oh good! You have the parts"... Não. Eu não tenho as "parts"!! Falta-me a porcaria da essência e tu já te calavas!! Uma pessoa já nem pode chegar ao pé do quadro, para dar algum trabalho aos followers, sem ter aquele pedaço de lata velha e enferrujada a botar discurso.

 

Enfim... é o que há.

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