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Morfindes a Illidari

Um Resto Druid nos Invasion Points

26.03.18 | A Diva do Sofá

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Pois é verdade, este fim-de-semana cumpri o prometido e levei a Zuky em modo de Restoration para os Invasion Points (também levei a minha priest em modo Holy, mas sobre isso falarei mais tarde).

 

Ora então o que dizer desta experiência?...

 

Posso dizer-vos que já não me divertia assim com um healer há bastante tempo. Desde logo porque como, normalmente, não é uma especialização com a qual costumo jogar, mais de metade dos spells eu não sabia muito bem para o que é que serviam. Maneira que desatei para ali a fazer spams de Efflorescence em conjunto com o Rejuvenation e siga. É claro que agora, que estou a olhar para a wowpedia é que me dei conta que podia ter distribuído uns lifeblooms também… quer dizer, se calhar posso ter distribuído porque eu acho que carreguei nos botõezinhos todos do Helium. Mas adiante, agora também não interessa nada, o que importa é que não deixei ninguém morrer. Pelo menos não no meu grupo, que era composto por 4 tanks e eu.

 

Confesso que pensei duas vezes antes de entrar com a Zuky, em modo de healer, nestes invasion points. Tal como já tive oportunidade de dizer, anteriormente, os meus dias enquanto healer deixaram de existir por altura da expansão Wrath of the Lich King, quando a maltinha começou a achar que desatar a correr por uma dungeon e levar as mobs todas atrás à espera de que o healer não deixe morrer ninguém, era uma boa maneira de se jogar. Como deixei de ter paciência para esse tipo de jogo, deixei também de jogar com as especializações em healer seja de que classe for. A única excepção a esta regra é quando os meus amigos me pedem… e invasion points, porque agora descobri que isto dos invasion points é giro.

 

Curiosamente, esta brincadeira fez com que o meu item level em modo de Restoration ultrapassasse o modo Balance. É claro que que esta não era a ideia, porque por defeito não jogo sempre em Restoration, mas como a diferença é só de 1 ponto também não me parece que seja muito grave. Pelo caminho, aproveitei para pegar umas relíquias para pôr nas garras de Ursoc que ainda só iam no nível 750.

 

Noutro dia, falar-vos-ei sobre a minha experiência com o meu Priest em modo Holy e da experiência da Morfindes em modo Vengeance.

Os Invasion Points e Eu – Eu e os Invasion Points

19.03.18 | A Diva do Sofá

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Confesso que este fim-de-semana andei um bocado a “anhar” no jogo… mais ou menos. Não andei a perder tempo, porque andei a melhorar o equipamento de algumas personagens secundárias e a fazer o leveling de outras duas (que estão quase-quase a chegar a 90), mas ficou a sensação de que não andei a fazer nada de jeito.

 

Todavia, quando cheguei a ontem pensei cá para os meus botõezinhos “Ah, vou melhorar o equipamento da Zuky e da Tilya, nem que seja só um bocadito” … Ora bem, não há problema nenhum com a boa intenção, a coisa é que nunca é só um bocadito, principalmente, quando nos pomos a fazer Invasion Points como se não houvesse amanhã e estivéssemos viciados em argunite.

 

Também não há problema nenhum em querer ganhar argunite para comprarmos melhor equipamento lá àquele moço etéreo abordo da Vindicaar, só que depois entramos naqueles grupos gigantescos e quer queiramos, quer não, ganha-se uma certa tendência para estar a sempre olhar para o Skada para ver como é que está o nosso dano. Isso sim, cheguei à conclusão que vicia.

 

A Zuky (a minha druida principal), desiludiu-me um bocado porque andava ali entre a posição 17 e 19. Notem, isto estamos a falar de grupos de 38-40 jogadores e assim de repente uma pessoa até pode pensar que podia ser pior porque podia ter ficado na última posição, mas aborreceu-me porque pensei que estava melhorzinha. A especialização da Zuky é Balance, sendo que é verdade que esta especialização é um pouco complexa de jogar se o objectivo for fazer muito dano. E ainda se torna mais complexa quando ao nível dos talentos sacrificamos a optimização do dano em função da “survivability”, que foi o que eu fiz quando escolhi alguns elementos de “Restoration” em vez de “Guardian”. Isto tem a ver com o meu modo de jogo e alguma preferência pessoal de não depender de ninguém para me manter viva. É claro que depois as consequências são ficar em 17 ou 19 lugar. Por acaso ainda não entrei com ela, nestes Invasion Points, no papel de healer porque na verdade só me estou a lembrar disso agora, mas talvez o experimente no próximo fim-de-semana.

 

Em compensação, a Tilya (que é a minha Hunter principal), deixou-me um bocado boquiaberta. Também num grupo de 38 jogadores ficou na 9ª posição (e andou ali a oscilar entre a 3ª e a 6ª posição, mas não consegui manter aquilo). Fiquei muito orgulhosa da minha menina ainda que se trate de uma Hunter, cuja função é largar a bicharada no que aparecer pela frente. A especialização da Tilya é, obviamente, Beastmaster ainda que de vez em quando também jogue na especialização de Marksmanship; especialmente em dungeons porque a malta fica muito nervosinha com os bicharocos e se fazem growl ou não. Nos Invasion Points não há esse problema porque a confusão é tanta e há tanta gente a correr por todo o lado que mais bicho, menos bicho, mais aggro, menos aggro não vai fazer grande diferença. Portanto, Beastmasters é soltar o bestiário todo nas criaturas que a coisa vai correr bem… às vezes também convém estar atento ao terreno e tentar fugir àquelas armadilhas que deixam o boneco desorientado porque foi assim que eu perdi o 3º lugar… sim, sim, caí em várias dessas e todas de seguida, o que foi um verdadeiro drama e fez com que desse um trambolhão até ao 9º lugar, mas live and learn. Da próxima presto mais atenção onde ponho os pés.

 

Finalmente, no próximo fim-de-semana talvez experimente jogar no papel de healer nestes Invasion Points. Talvez use a Zuky em modo Resto e/ou a Gefjon em modo Holy (ou Disc… tenho de ver qual é o artefacto que está menos mal).

Bal'a dash, malanore

13.03.18 | A Diva do Sofá

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Nota prévia: Este post for originalmente publicado em maio de 2013 no Anãozinho de Jardim e eu achei que estava na altura de fazer um update e publicá-lo no blogue certo.

 

Pois é, hoje vou falar-vos de um assunto que não interessa, praticamente, a ninguém excepto aqueles que jogam World of Warcraft e mesmo assim não é garantido.
Quando comecei a jogar (tipo há uns 500 anos atrás, sim, sim, vanilla já sei…), a primeira coisa que fiz foi enfiar-me na Aliança… pois. Na altura pareceu-me interessante porque todos os meus amigos eram Aliança, o meu ex era Aliança e eu… pronto…não ia ser Horda, não é verdade?

Assim sendo, transformei-me num gnomo e chamei-me Grenadine. Quando pude, estabeleci residência em Stormwind (o que é um bocado indiferente quando se é um mage e nos podemos teleportar para qualquer sítio), e depois andei a passear por Darnassus, por Ironforge, por Shattrath, por Dalaran, enfim... passeei por esses sítios todos, entretida a fazer uso do polymorph e a transformar pessoal em ovelhinhas (acima de tudo porque tinha muita graça). Naquela altura o crowd control dos mages era bastante apreciado, de hoje em dia praticamente não existe, o que é uma pena porque realmente gosto do polymorph. Bom, mas no meio disto tudo, cheguei à conclusão que ser da Aliança é um bocadinho seca.… ou então tive muito azar com as guildas onde fui parar, também ser esse o caso. Seja como for, aqueles primeiros meses na Aliança foram um bocado… chatos, vá.

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Depois, já repararam bem nas raças que compõem a Aliança?

  • Os humanos: são uma coisa... indescritível. Com a história que têm, espanta-me como é que ainda fazem parte da Aliança. Só para terem uma ideia, o Arthas - além de ter purgado Stratholme - foi 1º Death Knight do Lich King e como se isso não fosse mau o suficiente, ainda arrasou totalmente a cidade de Silvermoon, mas depois acham estranho que os blood elves considerem os humanos como traidores.

 

  • Os anões: vivem enfiados numa caverna a beber cerveja. Não tenho nada contra a cerveja, mas aqueles três clãs governantes passam o tempo à marrada uns com os outros.

 

  • Os gnomos: Adoro! São muito engraçados, mas vivem na caverna dos anões e têm uma grande tendência para inventar gadgets - na maioria dos casos - inúteis.

 

  • Os Night elves: Têm paletes de história às costas e – se formos a ver bem as coisas – a culpa destas invasões todas é praticamente deles.

 

  • Os Draenei: são roxos, têm cascos e caíram do céu aos trambolhões. Bom, mas ser roxo e ter cascos não é assim tão mau quando depois encontramos os Tauren. Regra geral não os tinha em má conta... mas depois veio o Legion.

 

  • Os Worgen: O que dizer acerca dos Worgen... São humanos que quando ficam um bocadinho mais excitados cresce-lhes o pêlo, o focinho, as garras e páram para fazer chichi em todas as árvores. Felizmente não lhes cresce mais nada... acho eu... não sei. Mas agora a sério, vocês já repararam naquele barulhinho irritante que eles fazem que parece que estão sempre a snifar qualquer coisa? Tirando isso, até gosto do Genn Greymane.

 

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Resumindo, depois de ter analisado estas questões concluí que com este espírito eu só poderia ser um Blood Elf e então bandeei-me para a Horda. Não é que estes tenham menos politiquices que a Aliança, mas são - de longe - bastante mais divertidos.

  • Os Orcs: ainda que um pouco esverdeados são giríssimos, mas se não abrirem a boca para falar, são fantásticos. Quando me juntei à Horda, o Garrosh era o Warchief, o que não é muito impressionante porque, pessoalmente, preferia o Thrall.

 

  • Os Tauren são uma espécie de versão Bovina dos Night elves, mas muito mais simpáticos.

 

  • Os Trolls: Bem os Trolls parece que andam ganzados a maior parte do tempo e depois de se ganhar alguma prática, até se consegue perceber o que eles dizem... ""Dat be good choice, mon!". Também são bastante divertidos, mas para um Blood Elf, um Troll é sempre um Troll, nunca se sabe o que é que pode vir dali.

 

  • Os Goblins: Também são um tanto ou quanto esverdeados, mas absolutamente adoráveis. São os capitalistas lá do sítio e tal como os Gnomos, inventam coisas inúteis que só funcionam quando funcionam.

 

  • Os Undead: São um pouco esqueléticos, mas presumo que sejam um aliado natural se tivermos em conta o passado da Sylvannas Windrunner.

 

  • Os Blood Elves: Ou por outras palavras os Sin'dorei – pelos quais nutro um carinho especial pois são a raça da Sibila e do Kiryel - é verdade que têm os seus problemazitos mas, bem vistas as coisas, quem é que não tem? Tirando isso têm uma cidade lindíssima, que seria ainda muito mais bonita se não tivesse sido arrasada pela Scourge e se os humanos não tivessem fugido com o rabo à seringa... os cobardolas.

À laia de conclusão, depois também há aquelas raças que dão para os dois lados:

  • Pandaren: São gordinhos, rechonchudos e saltitantes. Até são fofinhos e são ambivalentes, por assim dizer.

 

  • Os Demon Hunters: Também gosto muito deles, não só porque são ambivalentes, mas também porque são liderados pelo Illidan Stormrage e por isso são – acima de tudo - Illidari.

Pessoalmente, é verdade que me tenho divertido bastante mais na Horda, as minhas personagens favoritas estão na Horda, mas a Aliança também tem os seus encantos caso contrário não me teria casado com um Paladino Humano… e não, a Sibila não o transformou numa ovelha, mas de vez em quando a tentação é grande.

Shorel'aran

 

Sobre o Aion e World of Warcraft – versão revista

12.03.18 | A Diva do Sofá

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Nota prévia: este post foi escrito originalmente em Janeiro de 2015 e está publicado no Anãozinho de Jardim, entretanto as coisas mudaram um bocado, eu voltei a ter fundos para jogar WoW e já há algum tempo que não jogo Aion, todavia num destes fins de semana tenciono dar um giro por lá para ver como é que estão as coisas e se ainda não me obliteraram as contas.

 

Esta é a Thabitha, uma das minhas personagens do World of Warcraft, uma blood elf monk (e sim, tenho a mania de tirar selfies das minhas personagens, podia ser pior). Não sendo uma das jogadoras mais antigas do World of Warcraft, jogo (ou jogava, actualmente estou numa espécie de férias forçadas) há mais de 5 anos. No entanto, como a crise também chegou a este departamento, aqui há cerca de um mês vi-me forçada a encontrar outra opção mais em conta. Foi assim que encontrei o Aion. Não tinha liquidez para continuar a jogar World of Warcraft e pus-me à procura de uma solução que me saísse mais baratinha (à borla, portanto), dentro mesmo género de jogo.

Basicamente, por sorte ou azar (conforme a perspectiva) escolhi o 1º jogo que me apareceu à frente. Tinha o meu curse client aberto, vi o anúncio do Aion, vi o trailer e pensei cá para os meus botões "Ah e tal, este parece-me bem". Parecendo que não, isto foi uma inovação. Até aqui só joguei WoW - praticamente - e antes disso joguei, ainda durante algum tempo, Guild Wars mas ambos foram jogos recomendados. O Aion foi algo que escolhi experimentar sozinha para ver se gostava e a verdade é que gostei.

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Criei então uma conta no website do jogo, fiz o download do mesmo e de seguida, toca de explorar a coisa (nota: aqui há que ter em atenção que utilizo uma ligação via wi-fi o que por vezes faz com que qualquer jogo online se possa engasgar um bocado quando há oscilações no sinal).


Ora bem, começando pelo launcher do jogo, funciona de uma forma muito semelhante ao do WoW. Não tem o mesmo grafismo, nem é preciso ir lá clicar no "play" para acedermos à página de login. Todavia, ao contrário do que acontece com o World of Warcraft, até chegarmos à página de login demora um bocadinho. Confesso que, de vez em quando a espera me irrita um bocadinho mas, depois começo a pensar que o jogo é gratuito e por isso também não posso reclamar muito. Bom, mas adiante entramos no jogo e deparamo-nos logo com uma escolha:

• ou escolhemos a facção dos Asmodians;
• ou escolhemos a facção dos Elyos.

Aqui, também ao contrário do que acontece com o World of Warcraft, a nossa conta só pode ficar associada a uma facção. Por isso, se escolhermos os Elyos depois não podemos criar outra personagem nos Asmodians e vice-versa. 1 conta, 1 facção. Pessoalmente, escolhi jogar pelos Asmodians no servidor Israphel (deixei o sistema escolher por mim). Ultrapassada a escolha da facção chegamos à criação de personagens e o que dizer, então, acerca da criação de personagens? Bom... uma pessoa que esteja muito habituada ao WoW (que era o meu caso), fica momentaneamente perdida porque as opções e as combinações são inúmeras, começando logo pelas classes que - como é lógico - são e têm características diferentes das do WoW. No entanto, as opções de personalização dos personagens são - na minha opinião - bastante melhores do que as do Warcraft. Outra coisa que o World of Warcraft também não tem é um pin number. Ou seja, depois de criar a 1ª personagem, quando entramos pela 1ª vez no jogo, o sistema vai pedir-nos para registarmos um pin. Este pin vai ser sempre pedido cada vez que entramos com um personagem no jogo. No inicio pareceu-me estranho mas, contudo parece-me uma boa ideia não vá a conta ser pirateada.

Entramos então, com o nosso bonequinho, no jogo.

Há, sensivelmente, 4 semanas atrás quando comecei a jogar Aion ia tendo um treco. Tudo é muito semelhante ao World of Warcraft mas, nada está nos mesmos sitios e depois pomo-nos para ali a carregar nas teclas (porque visualmente as semlhanças são muitas) e a coisa - às vezes - corre mal (ainda ontem, por exemplo, enganei-me na tecla, fechei as asas e esborrachei-me no chão). Mas as semelhanças não se ficam somente pela interface. Há muitas outras coisas semelhantes ao WoW.


Os quest givers, por exemplo, também têm um sinal por cima da cabeça. A diferença é que, no Aion, é uma espécie de uma seta. Se for uma quest normal, a seta é de cor azul. Se for uma quest de campanha, a quest é de cor amarela. No inicio, como não percebia um boi disto, apanhava tudo só pelo sim pelo não. Agora já sou mais comedida (porque andei a ler umas coisas), dou prioridade às quests de campanha porque dão títulos e presentes. Neste jogo o level cap dos personagens, tanto quanto eu já pude ver, é 65 e não, ainda não cheguei lá o meu Gunslinger ainda é só nivel 23 (a atirar para o 24), porque eu tenho a mania de criar uma personagem de cada classe para ver o que é que gosto mais e vou jogando com todas ao mesmo tempo (salvo seja).

Neste jogo também temos guildas, mas chamamos-lhes Legiões e não temos de andar à cata de assinaturas como acontece no Warcraft. Também há moeda, mas não lhe chamamos Gold, chamamos-lhe Kinah. Também há Auction Houses mas não lhes chamamos Auction Houses, chamamos-lhes Brokers. Também há PVP, mas não lhe chamamos Warsong Gulch ou Eye of the Storm, chamamos-lhe the Abyss. O Abyss está disponível para personagens a partir do nível 25 (acho eu, ainda não cheguei lá e maneira que não fui lá meter o nariz) e aqui as Legiões desempenham um papel fundamental, no entanto sobre isto escreverei mais tarde porque ainda não cheguei lá.

Tal como no World of Warcraft, no Aion também existe a funcionalidade do Chat. O único problema é que até ao nível 10 - que é quando o nosso bonequinho ascende a Daeva - a única forma de conversar é por gestos, ou sinais de fumo, porque bonequinhos do nível mais baixo não podem conversar entre eles. Contudo podemos juntar-nos em grupo e aqui creio que é como no WoW, metade dos XP's para cada um, no entanto nos níveis mais baixos não há grande utilidade nisso. Bonequinhos de nível mais baixo também não podem juntar-se a Legiões (ou então fiz borrada em alguma coisa porque já experimentei e não deu), mas isto até faz algum sentido porque antes da ascensão a Daeva a personagem é um comum mortal.

 

Até agora, pelo que pude ver, neste jogo não há montadas a não ser que as compremos fora do jogo. Para compensar este facto, meia-volta recebemos uns scrolls que nos fazem correr mais depressa. Felizmente, apesar dos mapas até serem grandes não é preciso andar a correr grandes distâncias para fazer as quests e a partir do nível 10, como ascendemos, ganhamos um par de asas.

Nunca tive um bonequinho com asas e como tal acho imensa graça ao detalhe das asas. No entanto, há um pequeno problema com esta história das asas que é o tempo de vôo. Ou seja, dão-nos asas, mas só podemos voar durante um minuto, se nesse minuto tivermos o azar de não arranjar um lugar para poisar bom... esborrachamo-nos no chão e morremos, felizmente não temos que gastar dinheiro no arranjo da armadura como no World of Warcraft.

Outra coisa gira que este jogo tem (e que o WoW não tem) é que, quando se chega ao nível 21 até parece que estamos num país nórdico. Dão-nos uma casinha (no jogo). Um T0 é verdade e se queremos mobília temos de a comprar (à mobilia), mas ainda assim pelo menos os bonequinhos não são sem-abrigos.

É claro que há muito mais coisas para dizer acerca deste jogo mas, agora acabou-se-me o tempo e por isso continuarei amanhã, no entanto as minhas primeiras impressões sobre o Aion são muito positivas e até agora parece-me uma excelente opção para quem já não quer ou não pode jogar World of Warcraft.