Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Morfindes a Illidari

Morfindes a Illidari

Os Invasion Points e Eu – Eu e os Invasion Points

Invasion_Points.jpg

 

Confesso que este fim-de-semana andei um bocado a “anhar” no jogo… mais ou menos. Não andei a perder tempo, porque andei a melhorar o equipamento de algumas personagens secundárias e a fazer o leveling de outras duas (que estão quase-quase a chegar a 90), mas ficou a sensação de que não andei a fazer nada de jeito.

 

Todavia, quando cheguei a ontem pensei cá para os meus botõezinhos “Ah, vou melhorar o equipamento da Zuky e da Tilya, nem que seja só um bocadito” … Ora bem, não há problema nenhum com a boa intenção, a coisa é que nunca é só um bocadito, principalmente, quando nos pomos a fazer Invasion Points como se não houvesse amanhã e estivéssemos viciados em argunite.

 

Também não há problema nenhum em querer ganhar argunite para comprarmos melhor equipamento lá àquele moço etéreo abordo da Vindicaar, só que depois entramos naqueles grupos gigantescos e quer queiramos, quer não, ganha-se uma certa tendência para estar a sempre olhar para o Skada para ver como é que está o nosso dano. Isso sim, cheguei à conclusão que vicia.

 

A Zuky (a minha druida principal), desiludiu-me um bocado porque andava ali entre a posição 17 e 19. Notem, isto estamos a falar de grupos de 38-40 jogadores e assim de repente uma pessoa até pode pensar que podia ser pior porque podia ter ficado na última posição, mas aborreceu-me porque pensei que estava melhorzinha. A especialização da Zuky é Balance, sendo que é verdade que esta especialização é um pouco complexa de jogar se o objectivo for fazer muito dano. E ainda se torna mais complexa quando ao nível dos talentos sacrificamos a optimização do dano em função da “survivability”, que foi o que eu fiz quando escolhi alguns elementos de “Restoration” em vez de “Guardian”. Isto tem a ver com o meu modo de jogo e alguma preferência pessoal de não depender de ninguém para me manter viva. É claro que depois as consequências são ficar em 17 ou 19 lugar. Por acaso ainda não entrei com ela, nestes Invasion Points, no papel de healer porque na verdade só me estou a lembrar disso agora, mas talvez o experimente no próximo fim-de-semana.

 

Em compensação, a Tilya (que é a minha Hunter principal), deixou-me um bocado boquiaberta. Também num grupo de 38 jogadores ficou na 9ª posição (e andou ali a oscilar entre a 3ª e a 6ª posição, mas não consegui manter aquilo). Fiquei muito orgulhosa da minha menina ainda que se trate de uma Hunter, cuja função é largar a bicharada no que aparecer pela frente. A especialização da Tilya é, obviamente, Beastmaster ainda que de vez em quando também jogue na especialização de Marksmanship; especialmente em dungeons porque a malta fica muito nervosinha com os bicharocos e se fazem growl ou não. Nos Invasion Points não há esse problema porque a confusão é tanta e há tanta gente a correr por todo o lado que mais bicho, menos bicho, mais aggro, menos aggro não vai fazer grande diferença. Portanto, Beastmasters é soltar o bestiário todo nas criaturas que a coisa vai correr bem… às vezes também convém estar atento ao terreno e tentar fugir àquelas armadilhas que deixam o boneco desorientado porque foi assim que eu perdi o 3º lugar… sim, sim, caí em várias dessas e todas de seguida, o que foi um verdadeiro drama e fez com que desse um trambolhão até ao 9º lugar, mas live and learn. Da próxima presto mais atenção onde ponho os pés.

 

Finalmente, no próximo fim-de-semana talvez experimente jogar no papel de healer nestes Invasion Points. Talvez use a Zuky em modo Resto e/ou a Gefjon em modo Holy (ou Disc… tenho de ver qual é o artefacto que está menos mal).