Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Morfindes a Illidari

Os meus Death Knights

14.12.17 | A Diva do Sofá

DK.png

 Continuando a saga dos meus personagens, estes são os Death Knights e são só 3.

 

A  Kyrja, actualmente, a nível 103 foi a primeira DK que criei assim que tive a minha cópia do Lich King. Nessa altura, os Death Knights eram um espectáculo apesar de estarem claramente sobredimensionados face a qualquer outra classe no jogo. A primeira coisa que fiz quando cheguei a nível 70, com esta bichinha, foi ir para a Hellfire Peninsula dar cabo do fel reaver, que tantas vezes me apanhou desprevenida (com o meu pequeno gnome mage). Isso sim, foi uma felicidade digo-vos.

 

Entretanto, com tantas actualizações e com o poder desta classe a diminuir consideravelmente ao longo do tempo, a coisa fui perdendo interesse no tipo de jogo que esta classe proporcionava. Não sei se se recordam, mas as mudanças eram tão frequentes que se estivéssemos para aí uma semana sem pegar na personagem quando voltávamos a pegar nela lá tinhamos de escolher, outra vez, todos os talentos. Aliás, houve ali uma altura em que passava mais tempo a escolher talentos do que a jogar com o boneco e quer dizer... às tantas uma pessoa também se farta de estar sempre a fazer a mesma coisa. 

 

Durante muito tempo joguei com a especialização em blood, porque gostava da jogabilidade da coisa. Depois decidiram que o specc em blood era para tanks e eu mudei para frost. Confesso que nunca me adaptei muito bem à especialização em frost. O dano era bom, mas em termos de sobrevivência a encontros mais duros a coisa era complicada. Depois mudei para unholy porque era este specc que tinha o famoso army of the dead e eu divertia-me à brava a usar isto. Posteriormente democratizaram o army of the dead e agora já toda a gente tem isto.

 

Os Death Knights são uma classe com uma história muito gira, mas penso que têm sido muito mal tratados ao longo das expansões que sucederam o Lich King, não só, em termos de história, como também, ao nível do poder que esta classe tem. Quer queiramos, quer não, esta classe de cavaleiros - pela sua natureza - é suposto ser poderosa e isto não significa que deva ser invencível, não é isso, mas quer dizer... não é suposto ser uma daquelas classes que leva um piparote e vira o boneco e actualmente sinto que está convertida numa coisa dessas. Eu vejo os DK's como uma espécie de Paladinos invertidos e da mesma maneira que não é fácil matar um Paladino, também não devia ser fácil matar um DK, só que não é isso que acontece. O boneco leva meia dúzia de tabefes e puf! Lá vai ele. É errado, não devia ser assim. Por isso, acho esta tem sido uma classe extremamente mal tratada. 

 

Neste sentido, penso que a Blizzard deveria rever esta classe a fundo e deveria conceder-lhe o mérito que ela merece.