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Morfindes a Illidari

Qual a melhor classe para jogar no BfA?

30.07.18 | A Diva do Sofá

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 Uma das discussões do momento é esta. 

 

Qual a melhor classe para entrarmos na expansão Battle for Azeroth? 

 

Pois digo-vos com toda a honestidade que... Não faço a mais pálida ideia. Depende muito da aptência de cada um e da forma como gostam de jogar. É claro que aqueles que tiveram oportunidade de testar esta nova expansão, certamente, que têm uma opinião melhor formada e bastante mais sustentada do que a minha, mas das minhas 15 personagens no nível 110 (pelo menos 1 de cada classe), levei-as a dar um giro pelas novas world quests à caça de equipamento. 

 

Não vou falar de Hunters, nem de Warlocks - que são 2 das minhas classes favoritas - porque acho que estas devem ser das classes mais fáceis de jogar e qualquer principante consegue fazer uma boa figura com qualquer uma delas. Também não vou falar de Rogues porque, para mim, esta é uma das classes mais dificeis de ser jogar (e continua a não ser fácil). Vou antes falar-vos dos Death Knights, dos Paladinos e dos Demon Hunters que, das 12 classes existentes, foram as que mais que impressionaram pela sua jogabilidade nesta fase de preparação da expansão. 

 

Com a Morfindes, a minha Demon Hunter que dá nome a este blogue, joguei em modo de Vengeance para experimentar a reorganização dos talentos. Confesso que esta criatura deu-me algum trabalho de adaptação. Ainda demorei algum tempo até deixar de andar ali aos tropeções com as teclas e com as rotações, mas uma vez ultrapassado este obstáculo achei bastante interessante a sua jogabilidade e a sua "taxa de sobrevivência" (nota: taxa de sobrevivência = capacidade de levar montes de porrada sem morrer). Ainda não experimentei a especialização em Havoc.   

 

Para experimentar os Paladinos levei a Thanais em modo de Retribution e os novos talentos e rotações não me deram, praticamente, trabalho nenhum sendo que é um modo de jogo bastante fluído. Acresce a isto o facto que, destas 3 classes, é a que tem a taxa de sobrevivência mais elevada (ou pelo menos por agora), mesmo com um nível de equipamento não muito alto (ainda que agora tudo pareça baixo se querem que vos diga).

 

Finalmente, para experimentar os Death Knights levei a Kyrja em modo de Frost que, destas 3 personagens, era a que tinha (e ainda tem) o nível equipamento mais baixo. Esta também não tem qualquer peça de equipamento lendário (o que me dá cabo das estatísticas, mas paciência), nem uma taxa de sobrevivência igual à das outras duas, mas no entanto foi a personagem com a qual me diverti mais a jogar. É basicamente entrar por ali a dentro a correr (e isto não é uma mera figura de estilo) e desatar a distribuir chapada por tudo o que mexe. É claro que - em Frost - é preciso alguma cautela com a barra da vida (e se forem um Draenei lembrar que o The Gift of the Naaru tem um cooldown the 3 minutos, creio eu), mas tirando isso fiquei com a sensação que esta vai ser uma das classes mais giras para se jogar no Battle for Azeroth.  

 

Se repararem, nenhuma destas personagens têm um nível de equipamento muito elevado porque não foram bonequinhos aos quais tivesse prestado muita atenção durante o Legion, ainda que fosse fazendo umas coisitas aqui e ali. No entanto, a 14 dias do lançamento da expansão, penso que estas novas world quests em Darkshore são uma boa maneira de experimentar uma ou outra classe com a qual não tivéssemos jogado muito durante o Legion e dar-lhes um equipamento razoável... e talvez experimentá-los num ou noutro raid ou assim.